30 de jan de 2012

Evolução do bilinguismo

Sheylla Chediak, coordenadora da Maple Bear Porto Velho, em um artigo que reflete alguns estudos acerca da educação bilíngue e do bilinguismo no mundo, afirma que o ensino bilíngue é, hoje, comprovadamente benéfico à saúde intelectual das crianças. Mesmo assim, esse cenário positivo nem sempre foi o que prevaleceu entre os pesquisadores.

No passado, acreditava-se que o bilinguismo estava diretamente associado à baixa renda, status social inferior e pouca escolaridade. Em 1970, porém, o inglês passou à condição de língua oficial do Canadá, juntamente com o francês. A partir de então, escolas bilíngues começaram a surgir e os estudos sobre o bilinguismo ganharam força no país em questão.

Este tipo de ensino espalhou-se por muitos países, inclusive no Brasil. Parte desse movimento vem de pais que procuram matricular seus filhos em uma escola que ofereça formação acadêmica com um diferencial, tornando os pequenos profissionais mais competitivos no mercado de trabalho.

A coordenadora escreveu o artigo para falar da evolução do bilinguismo e de como esse assunto vem sendo tratado no Brasil por educadores e pesquisadores.

26 de jan de 2012

A importância do sono para o aprendizado bilíngue

Uma boa noite de sono desenvolve a cognição, regula a emoção, estimula o crescimento, gera conforto, bem-estar e auxilia na aprendizagem. Durante o sono, o que foi aprendido ao longo do dia é reforçado e memorizado. “Bom sono e bons sonhos são fundamentais para uma vida saudável e uma aprendizagem eficaz”, diz a pedagoga Rosimeire Marques Pacheco.

Para a psicóloga infantil comportamental Jéssica Fogaça, o sono é importantíssimo para o crescimento saudável das crianças. “É comprovado cientificamente que a criança que não tem uma noite de sono saudável correspondente à sua faixa etária pode ter sérios prejuízos no seu crescimento e também no seu desenvolvimento intelectual, pois não consegue ter foco nas atividades”, explica.

Há um determinado tempo de sono para cada faixa etária, segundo Jéssica. Ela diz que alguns pediatras aconselham que, dos dois anos aos cinco anos de idade, o ideal é que a criança durma entre 11 e 13 horas. Dos seis aos 15 anos, o recomendado é que se tenha dez horas de sono. “A partir dos 16 anos, o aconselhado é que se durma por, pelo menos, oito horas por noite”, comenta a psicóloga.

Sono bilíngue

Se o sono é essencial para um bom aprendizado, em uma escola bilíngue esse descanso tem ainda mais importância, segundo Rosimeire. “Como as crianças precisam estar mais atentas e integradas para reterem todo o conhecimento, esse descanso é fundamental”, diz.

A pedagoga fala que para “chamar” o sono, os pais podem oferecer às crianças rituais agradáveis como meditação, relaxamento, oração ou uma boa leitura. “Se a criança ainda não for alfabetizada, é importante contar ou ler histórias para elas”, afirma a pedagoga.

Ela comenta que não é aconselhável dormir com fome, mas também alerta para o fato de que são recomendadas sempre refeições leves antes de dormir. “É aconselhável também beber um copo de leite morno ao se deitar, pois ele é rico em triptofano, uma substância envolvida no processo do sono”, indica.

Rosimeire salienta que noites mal dormidas causam alterações de humor e deixam a criança sem controle das emoções e com dificuldade em prestar atenção e reter o que foi ensinado – justamente os aspectos fundamentais no processo de aprendizagem.

Além de zelar por uma boa noite de sono, Rosimeire diz que faz bem para a criança tirar um cochilo após o almoço. “Quem dorme mais ou menos uma hora e meia durante a tarde passa a ter mais facilidade para receber informações novas, fica mais disposto e bem-humorado”, finaliza.

19 de jan de 2012

Folga mental para crianças

Crianças na faixa etária escolar têm mais condições de aprender outro idioma, conforme visto em post anterior (clique aqui). Por funcionarem como uma espécie de esponja, suas mentes permitem que não apenas o conhecimento seja adquirido com mais facilidade, como também a pronúncia é absorvida de maneira mais satisfatória, se comparado com adultos.

Mesmo assim, o descanso mental recomendado aos mais velhos também é indicado para os pequenos, na opinião da psicóloga infantil comportamental Paula Pessoa Carvalho. “As crianças têm grande capacidade de receber muitas informações, mas, para que seja possível assimilar todas, elas precisam de descanso”, diz.

A psicóloga garante que muita exposição ao aprendizado e a falta de descanso diante do excesso de informação podem comprometer a concentração das crianças. “Quando as pausas são escassas ou até mesmo inexistentes, a tendência é que as crianças fiquem irritadas, nervosas e ansiosas”, explica.

Paula, que também é orientadora educacional, afirma que ficar focado o tempo todo em atividades de aprendizado pode deixar a criança exausta. Como dica de descanso, ela sugere atividades como brincadeiras e até mesmo ficar sem fazer nada. “Distrair-se enquanto se diverte é uma boa sugestão, assim como esvaziar a mente e se desligar é saudável para o cérebro”, afirma a psicóloga.

Ela ressalta que para as crianças, geralmente muito agitadas, o relaxamento não apenas é bem-vindo como também é fundamental. “Oferecer um ambiente com uma música calma, luz baixa e um lugar confortável para os pequenos ajuda”, garante Paula.

A participação dos pais é importante e é dever dos adultos respeitar o limite de seu filho, seus horários e exigências físicas e mentais. “Os pais, na ansiedade de ajudar as crianças a se desenvolverem, acabam esquecendo-se das necessidades básicas deles – e isso pode ser muito prejudicial à criança”, afirma a profissional.

Dicas
Paula orienta que um bom método de relaxar a mente é respirar fundo e se concentrar em sua própria respiração. O efeito é tão tranquilizador quanto andar descalço por alguns minutos – outra boa dica para relaxar a mente.

Prestar atenção às horas dormidas durante a noite também é importante. Dormir menos que o recomendado para cada faixa etária pode atrapalhar a concentração no dia seguinte e dificultar ainda mais o relaxamento posterior, segundo a psicóloga.

Evitar exposições prolongadas diante da televisão também é uma boa técnica para relaxar. Por mais que muitos acreditem que deitar-se no sofá diante do aparelho tem um efeito tranquilizador, os ruídos e o excesso de informações podem estressar. “A televisão não surte os mesmos efeitos encontrados em um livro, por exemplo. Para relaxar, é bom se desligar um pouco da programação diária das emissoras de tevê”, indica Paula.

16 de jan de 2012

Para aprender lendo

Divertido, de fácil compreensão, cheio de imagens, rimas e personagens divertidas. Todas essas características estão presentes em livros como “Horton Choca um Ovo”, “Como Grinch Roubou o Natal” e “O Gato da Cartola”, todos escritos pelo Dr. Seuss.

Recomendados pela pedagoga Camila Ribeiro, esses livros são ideais para que crianças que estão aprendendo o idioma inglês não só aumentem o vocabulário, mas também adquiram o gosto pela leitura. Ela afirma que apenas 20 minutos de leitura diária já são suficientes para aprender e ainda desfrutar de uma boa história.

Camila diz que ler livros é imprescindível para aperfeiçoar qualquer idioma. “Aquele que lê tem um contato maior com a língua. Por conta disso, sente-se até mais seguro na hora de falar e, principalmente, quando vai escrever. Sem contar a sensação maravilhosa de entender, de fato, uma trama em um idioma diferente. Lendo, é possível adquirir paixão pela literatura e pela língua em questão”, conta.

A leitura como forma de complementar o aprendizado funciona em todas as idades. Para os adolescentes, Camila recomenda livros como as sagas de “Harry Potter” ou “Crepúsculo”. Já para os adultos, a pedagoga recomenda qualquer leitura que dê prazer. “Às vezes é difícil para um adulto ler livros infantis porque, apesar de divertidos, não prendem a atenção. Minha dica é que a pessoa leia aquilo que tem vontade com o auxílio de um dicionário ou que opte por uma versão bilíngue do livro favorito. Outra boa opção é ler alguma história já conhecida”, diz.

Didáticos

Além da literatura, propriamente dita, há também os livros didáticos que podem auxiliar no aprendizado do segundo idioma. O professor de inglês Mário Cardoso indica alguns livros que não são usados em sala de aula, mas que podem ser de grande ajuda para os alunos empenhados a dominar a língua inglesa. O “Oxford Collocations Dictionary”, por exemplo, ajuda o aluno a entender como combinar corretamente as palavras. O livro “Por que assim e não assado”, de acordo com o professor, tem a mesma função e ainda traz exemplos e exercícios.

Para quem quer aprender e se divertir com curiosidades peculiares do idioma, Cardoso indica os livros “Dicionário dos Erros Mais Comuns em Inglês”, “Como Não Aprender Inglês” e “Sorria, Você Está Praticando Inglês”.

“Outros títulos que recomendo bastante são ‘Como Dizer Tudo em Inglês’, ‘Inglês na Ponta da Língua’ e ‘Como Entender o Inglês Falado’. Tudo depende dos anseios do aluno, o nível de conhecimento do idioma e aonde ele quer chegar com a língua. Mas aqueles que querem apoiar-se em livros podem ficar tranquilos, porque há exemplares, linhas editoriais e temas para todos os gostos e necessidades”, afirma.

12 de jan de 2012

Videogame ajuda a aperfeiçoar outro idioma

Apesar de não ser a preferência de todos os jovens, o videogame é um bom passatempo para aproveitar o período de férias escolares. Mesmo que a criança passe algumas horas por dia na frente da televisão ou do computador jogando, não há muitos motivos para se preocupar. Pelo contrário: o videogame, nestes casos, é um importante aliado para melhorar a fluência do inglês.

Recentemente, um estudo da Universidade de Helsinque, na Finlândia, revelou que os estudantes finlandeses do ensino médio que jogam videogame com frequência têm um nível de inglês melhor do que aqueles que jogam pouco ou nunca. O estudo em questão analisou o rendimento acadêmico de 500 jovens do país e apontou que os que mais jogam têm melhores notas. Pela pesquisa, os estudantes que ficam pelo menos 15 horas por semana jogando têm uma nota média em inglês de 8,79 pontos, enquanto os que não jogam tiram 7,28 – de uma nota máxima de dez.

Para Nair Álvares Domingues Guimarães, professora de língua inglesa da União Metropolitana de Educação e Cultura (UNIME), os jogos são apresentados em contextos em que a língua é útil e significativa, principalmente para crianças e adolescentes. “Os jogos são ferramentas que desafiam e estimulam o aprendizado da língua, além de serem muito divertidos. Nas férias, os pais podem manter as crianças em contato com a língua estrangeira por meio de filmes, músicas, revistas em quadrinhos (temos até a Turma da Mônica em inglês), livros e, claro, jogos na internet ou videogames”, aconselha.

Além disso, a professora ressalta que alguns jogos são mais benéficos, pois envolvem a prática de habilidades linguísticas, como ler, ouvir e escrever. Em alguns jogos de aventura, por exemplo, a pessoa pode melhorar a compreensão auditiva, porque é possível ouvir os personagens falando em inglês.

Ela explica que essa é uma excelente oportunidade de aprendizagem, pois, geralmente, os diálogos em jogos são mais fáceis de entender do que os dos filmes, porque são mais lentos e claros. Além disso, a criança aprimora sua pronúncia e há a vantagem do jogador pausar e ouvir o diálogo novamente.

Ainda assim, a profissional aconselha cuidados em relação à atividade. Para Nair, os pais devem controlar não só o tempo que a criança passa em frente à tela, mas também a qualidade dos jogos. “Aconselho aos responsáveis pela criança ou adolescente jogarem primeiro para depois apresentarem o jogo aos jovens. Muitas vezes, os pais não gostam de videogame e deixam os filhos escolherem os jogos na internet. Contudo, todos nós sabemos que há jogos interativos em que pessoas do mundo inteiro participam, possibilitando o contato com pessoas estranhas”, aponta.

Como indicação, Nair recomenda o site do British Council, que traz diversos jogos apropriados para as crianças. Acesse: http://learnenglishkids.britishcouncil.org/en/games.

9 de jan de 2012

Lição de casa é tarefa diária

A rotina de estudos não acaba quando toca o sinal da escola, indicando a hora de ir embora. Em casa, o aprendizado continua por meio da lição de casa e a tarefa não é apenas dos alunos, mas também dos pais, que devem estimular os filhos a encarar suas obrigações de uma forma mais leve.

Simone Ortega, pedagoga, acredita que se a criança enxergar o momento de fazer a lição de casa como sendo chato, a tarefa perde sua função de complementar o aprendizado de sala de aula. “A lição de casa deve fixar na cabeça do aluno o que foi visto em aula, aprofundar o conhecimento com exercícios práticos e fazer com que o estudante e o professor entendam quais as dificuldades e dúvidas que ficaram. Por esse motivo, ela deve ser feita sem pressa e com atenção”, explica.

Rotina

Não é fácil, porém, fazer com que os pequenos concentrem-se em exercícios para a escola quando já estão em casa. Simone afirma que o segredo para o sucesso das tarefas é a rotina. Para ela, se a criança souber que todos os dias um determinado horário será reservado para resolver as questões passadas pelo professor e rever aquilo que aprendeu no dia, certamente o fará com menos aversão.

Simone ensina que, para ficar mais fácil para a criança associar um horário com o momento de fazer as lições, o ideal é estipular o antes e o depois. O aluno sentará para fazer as tarefas antes do jantar ou depois do banho, por exemplo. Isso faz com que a própria criança consiga programar-se e entender que, antes do jantar ou depois do banho, ela não vai brincar ou assistir televisão. Se ela estiver preparada, não vai ficar frustrada e a lição será feita com muito mais tranquilidade.

A pedagoga garante que determinar um lugar específico da casa para a criança fazer seus deveres escolares também ajudará a criar uma rotina. O recomendado, indica, é que os pequenos façam os exercícios sozinhos e deixem para tirar as dúvidas quando voltar à escola. “É importante que os pais observem a criança e que estejam abertos a ouvir questões. Porém, as dúvidas devem ser tiradas com os professores. A interferência dos pais em respostas de exercícios, por exemplo, acaba prejudicando o controle do professor quanto ao aprendizado e a criança tem que entender que as lições de casa são dela e não da mãe ou do pai”, aconselha.

Tarefa bilíngue

No caso de crianças que estudam em escolas bilíngues, Simone acredita que as tarefas dos idiomas estudados devem ser feitas no mesmo momento do dia, mas uma de cada vez. O ideal, segundo ela, é que os pais ajudem as crianças a separar o que será feito em português e o que será feito em inglês.

E o próprio aluno pode escolher com qual idioma ele quer começar. “Ter que deixar de brincar duas vezes ao dia para fazer tarefas faria com que a criança encarasse a rotina com negatividade. Se os pais conseguirem separar meia hora para português e meia hora para inglês diariamente e no mesmo momento, as lições poderão ser feitas sem grandes estresse ou traumas, além de ser muito importante para o completo do aprendizado do aluno”, conclui Simone.

6 de jan de 2012

Conhecimento na ponta do lápis

No post anterior, nosso blog falou sobre as vantagens que uma criança que estudou em escola bilíngue tem em comparação com outras na hora de fazer um teste de proficiência em um segundo idioma. Agora, vamos mostrar algumas dessas provas e suas finalidades.


Na língua inglesa, há sete testes diferentes que variam de acordo com a necessidade da pessoa. De acordo com Ismael Thevenet, professor de inglês da QI Escolas e Faculdades de Porto Alegre, para os jovens que estão se preparando para estudar o ensino médio fora do Brasil, o teste mais indicado é o exame da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos.


Há ainda o da Universidade de Cambrigde, também nos EUA, que assim como o primeiro é reconhecido internacionalmente. Ambos são indicados para os níveis intermediário e avançado, seja para cursos de ensino médio, graduação, mestrado ou doutorado. “O bom destes dois testes é que eles não têm validade. O interessado pode refazer o teste, mas não há necessidade”, comenta o professor.


Além destes, há ainda os exames TOEFL (Test of English as a Foreign Language) e o TOEIC (Test of English for International Communication), desenvolvidos pela Educational Testing Services, que administra e corrige as provas. O IELTS (International English Language Testing System) é elaborado pelo British Council em parceria com o IELTS Austrália e a Universidade de Cambrigde. Já o CELTA (Certificate in English Language Teaching to Adults) e o DELTA (Diploma in English Language Teaching to Adults) foram criados pela Universidade de Cambrigde.


“Cada um destes testes tem uma finalidade específica. O CELTA e o DELTA, por exemplo, são para professores que querem dar aula de inglês para adultos, como em uma universidade. O que muda entre eles é a nota exigida”, comenta Thevenet. As notas dos testes variam de zero a nove.


O professor comenta ainda sobre os valores das provas. “A mais barata custa cerca de R$ 440, que é um valor muito alto para a realidade dos brasileiros”, critica. Em contrapartida, ele acredita que vale a pena o esforço. “A pessoa com uma boa nota em um teste de proficiência consegue um emprego melhor, pois este é um título que pesa na hora do empregador escolher um funcionário”, argumenta.


Além dos testes de proficiência para a língua inglesa, o estudante que fala outra língua também pode fazer exames de proficiência. Em alemão, por exemplo, o teste mais conhecido é o KDS (Kleines Deutsches Sprachdiplom), em espanhol é o DELE (Diploma de Español como Lengua Extranjera). Para quem pratica o francês, os testes mais conhecidos são o DELF (Diplome d’Études em Langue Française) – para nível menos avançado – e o DALF (Diplome Approfondi de Langue Française), indicado para quem tem um nível avançado da língua. Em italiano, a prova mais comum é feita para a obtenção do CELI (Certificato di Conoscenza della Lingua Italiana).

Para os estrangeiros que moram no Brasil e precisam comprovar a fluência na língua portuguesa, há o CELPE-Bras, que é o Certificado de Proficiência em Língua Portuguesa para Estrangeiros, desenvolvido e outorgado pelo Ministério da Educação.

2 de jan de 2012

Alunos de escola bilíngue também precisam provar a proficiência no segundo idioma

Crianças que estudam em escolas bilíngues certamente têm domínio do segundo idioma quando adultos. Mas, mesmo assim, em alguns casos é necessário ter documentos que comprovem a proficiência em uma segunda língua.


Marcelo Francisco, professor de inglês, conta que os testes que comprovam o conhecimento do idioma são requisitados quando a pessoa decide fazer um curso como mestrado ou doutorado no exterior ou quando quer dar aulas. E a criança bilíngue, apesar de cumprir com todos os requisitos, não escapa das burocracias exigidas.

Para provar o domínio do idioma


Os testes, em sua maioria, incluem exercícios de escrita, compreensão auditiva, leitura, fala e capacidade de estruturar frases. Francisco afirma que as provas geralmente são longas e complexas. Mas, para quem é bilíngue, isso não deve ser motivo de preocupação. “Os testes são rigorosos porque servem para identificar quem realmente domina o idioma. Mas, se a pessoa teve contato intenso com a língua, certamente tirará de letra”, afirma o professor.


Já aqueles que não estiverem seguros de que se sairão bem nos testes, a melhor alternativa é procurar cursinhos preparatórios. Francisco diz que os testes são aplicados mais de uma vez ao ano e que, se o candidato não passar na primeira vez, pode ser feito quantas vezes for necessário. “Não é um bicho de sete cabeças e há diferentes formas de preparar-se. Mas repito: a pessoa que estudou em escola bilíngue não deve preocupar-se, porque é bem provável que não precise fazer cursinhos ou treinar muito. Basta fazer a prova com o conhecimento que tem”, explica.

Existe mais de um tipo de teste de proficiência no idioma inglês, além de provas que valem para outros idiomas específicos. Descubra, no próximo post, quais são eles.