14 de fev de 2012

Escola bilíngue apresenta vantagens para quem planeja estudar no exterior

Estudar fora do País é o sonho de muitas pessoas. O que poucos sabem, no entanto, é que, por mais difícil que seja ser aceito em alguma instituição de ensino superior estrangeira, nada é impossível. Com dedicação e bastante estudo, os alunos podem se graduar em universidades do exterior.

Renata Moraes, coordenadora de desenvolvimento institucional da Fundação Estudar, comenta que há três maneiras de estudar fora do Brasil. “O estudante pode cursar o ensino médio ou a graduação completa, fazer um intercâmbio de menor duração ou pós-graduação”, comenta.

De acordo com a Fundação Estudar, em 2011, o número de brasileiros que foram para os Estados Unidos cursar a graduação, por exemplo, chegou a 8.800. “Em comparação com outros anos, isso mostra que cada vez mais alunos brasileiros têm tido oportunidades no exterior”, diz Renata. Na Europa, as chances de estudo também são boas. Segundo Márcia Pomorski, gerente de relacionamentos do British Council em São Paulo, todos os anos, cerca de mil estudantes brasileiros graduam-se no Reino Unido por ano.

Teste
Independentemente do local em que se deseja estudar, os interessados devem ficar atentos à exigência das universidades com relação à fluência no segundo idioma. Todas as instituições requerem que o aluno faça um teste que comprove que ele sabe se comunicar na outra língua e, portanto, a preparação é fundamental.

Neste quesito, estudantes de ensino bilíngue já saem à frente de outros candidatos. Tatiana D’Orleans e Silva, diretora da escola Maple Bear de Curitiba, acredita que alunos que aprendem por imersão terão mais facilidades na hora de uma prova de proficiência. “Aprender outro idioma desde a infância ajuda muito nessa hora, mas os pais devem ficar atentos para escolher entre escolas bilíngues e escolas de inglês, porque somente nas escolas bilíngues há realmente imersão”, ressalta.

Atividades extras
As universidades fora do Brasil também avaliam o desempenho do candidato em outras atividades e não somente as notas do boletim escolar. Por isso, diferentes ações nas escolas são sempre bem-vindas para melhorar o desempenho dos alunos.

Na Maple Bear de Curitiba, os alunos desenvolvem outras atividades, todas em inglês. “Temos convênios para a prática do balé, em escolas de natação e agora estamos tentando convênio com uma escola de futebol”, exemplifica Tatiana.

Para as crianças que ficam na escola em período integral, ainda há aulas de cookings, judô, artes, música, entre outras. “Essas atividades extras também contam pontos no desenvolvimento dos alunos e isso, com certeza, refletirá nos bons resultados quando os estudantes crescerem e quiserem estudar fora do Brasil”, acredita a diretora.

3 comentários:

  1. Para quem gosta de espanhol, a Argentina também é uma ótima opção. Eu vou começar uma pós no próximo mês na UBA. Preço? $450/mês, cerca de R$200. Cinco vezes menos do que me custava em São Paulo.

    Antes, tive aulas de espanhol na Expanish por dois meses. Vivendo com pessoas de outros países de América Latina, o espanhol flui rápido e você pode entender tudo!

    Outra dica muito importante: aqui os cursos superiores são mais puxados. Quem vier, se prepare para estudar muito!

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  2. Olá, Luiza. Tudo bem?

    Legal a sua sugestão! É sempre bom saber que existem opções de estudo em várias línguas.

    Abraços,
    Equipe Ensino Bilíngue.

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  3. E o próximo passo é aprender Frances! :)

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