12 de jul de 2012

Uma escolha bilíngue

Quando o engenheiro Gustavo Assad Kury começou a conversar com a esposa sobre a escola em que a filha Julia, na época com dois anos, iria estudar, ele defendeu que a instituição tinha que ser bilíngue. Eles analisaram as características que precisavam levar em consideração e, com a decisão tomada, escolheram uma escola bilíngue para a filha, hoje com quase três anos.

O engenheiro conta que fez cursos de inglês e intercâmbios na adolescência, mas hoje não fala o idioma. Kury diz ainda que trabalha com engenharia civil e, por isso, não precisa utilizar o inglês, mas que se escolhesse qualquer outra carreira, a língua seria obrigatória. “O mercado de trabalho pede, então nada melhor do que minha filha, com seis ou sete anos, já dominar o inglês. O importante para mim é que a língua seja automática na cabeça dela, que ela não esqueça. Aprender desde pequena é muito mais fácil e prático”, afirma.

Há seis meses, a psicóloga Tatiana Nardini, também se deparou com o desafio de escolher uma escola para o seu filho, João Victor, então com um ano e meio. Mas, para ela, a decisão foi mais difícil.
Apesar de saber da importância da segunda língua na vida do filho, Tatiana ficou em dúvida sobre como seria o dia a dia do João Victor com dois idiomas. “É muito difícil escolher escola para o filho, pois é um ambiente em que ele vai passar praticamente mais tempo do que em casa. E eu ainda tinha receio pelo contato com duas línguas desde tão novinho”, conta. Mas, depois de muita pesquisa, a psicóloga optou pelo ensino bilíngue.

Tatiana conta que o principal fator que contribuiu para a escolha foi a metodologia adotada. “Tinha muitas dúvidas, mas fui até lá, conversei muito e achei o ambiente muito interessante. Eu busquei uma escola bilíngue e com metodologia eficiente”, ressalta.

Kury e a pequena Julia também não se arrependeram da escolha. “Ela se sente muito bem na escola e o ambiente também agrada à minha esposa por conta do ambiente”, diz.

Julia e João Victor já estão balbuciando algumas palavras em inglês. “A Julia ainda não fala nem português direito, então tem que prestar bastante atenção para saber o que ela está querendo dizer. Mas é muito legal”, conta Kury. “O João já fala principalmente as cores em inglês e nós tentamos incentivar em casa, contando historinhas em inglês e aprendendo com ele também”, relata Tatiana, orgulhosa do pequenino depois de apenas seis meses na escola.

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