27 de set de 2012

Profissão bilíngue: Hotelaria


Um hoteleiro – profissional formado em Hotelaria – pode trabalhar com administração, gastronomia ou eventos, além de encontrar oportunidades de trabalho em hotéis, flats, spas, estâncias e resorts. Mas, independentemente da área que for seguir dentro da profissão, certamente um hoteleiro se sairá melhor na carreira se souber falar, pelo menos um segundo idioma.

Gabriel Fonseca trabalha com hotelaria há cinco anos e, hoje, faz o que mais gosta: planejar cardápios de restaurantes de hotéis. Mas, para conseguir exercer sua função favorita, Gabriel passou anos adquirindo experiência em outras áreas e em outros países. “Fiquei dois anos em Nova Iorque trabalhando em diversos hotéis como recepcionista e concierge. Depois, passei um ano na Rússia e mais dois na França, como assistente de cozinha em hotéis. Foi uma experiência fantástica que me trouxe até aqui”, diz.

Formação

Apesar de viajar e conhecer lugares, culturas e pessoas diferentes, Gabriel passou por muito aperto. O hoteleiro conta que teve que aprender a lidar com chefs de cozinha arrogantes, a lavar banheiros, passar roupas e atender aos pedidos de diferentes hóspedes, além de acordar muito cedo e trabalhar até muito tarde.

Além de disposição, a profissão escolhida por Gabriel exige fluência em mais de um idioma. Para o hoteleiro, saber falar diferentes línguas é fundamental, mesmo se o emprego for no Brasil. “Hoje em dia, todo o mundo viaja para todos os locais. Até em hotéis brasileiros é imprescindível ter funcionários que falem inglês, espanhol e até francês. Idiomas como Italiano, Alemão e Mandarim também são grandes diferenciais”, afirma.

Gabriel fala fluentemente português, inglês e francês, além de entender um pouco de Russo. Para ele, a língua inglesa, que aprendeu desde pequeno, ainda é a mais importante. Ele começou a fazer aulas do segundo idioma aos onze anos de idade e a fluência veio aos 16, ao fazer intercâmbio de seis meses na Nova Zelândia. Foi o domínio da língua que levou Gabriel a tão longe. “Todos os cursos que fiz no exterior exigiram provas de proficiência no idioma inglês e, não tem jeito, em qualquer hotel do mundo é preciso ter funcionários que falem inglês, ainda a língua oficial do mundo e, com ela, dá para se comunicar em qualquer lugar”, ressalta.

Com tantos idiomas na ponta da língua, o hoteleiro ainda quer conquistar o mundo. Sua próxima parada será a Itália, daqui a um ano, e sua meta é trabalhar um período em Dubai, país que abriga uns dos mais luxuosos hotéis já construídos no mundo.

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